Brincadeiras que todo mundo fazia antes da internet dominar tudo
Meu primo mais velho tinha um caderno encardido onde anotava as regras de cada jogo. Era uma coleção que vinha do bairro e ia passando de mão em mão. Eu cresci rodando o tempo todo com essas coisas, coisa que a maioria das crianças hoje não tem ideia que existiu. O legal é que cada quadra ou esquina tinha suas variações, então a mesma brincadeira mudava conforme você ia para o perto do rio ou chegava na praça.
Lista de brincadeiras antigas que marcaram época
Tem um monte de jogo que a gente listava de cabeça porque ninguém gravava em lugar nenhum. Acabou que alguns sumiram e outros ficaram meio esquecidos, mas ainda dá pra montar uma relação boa se você conversar com uns vinte e tantos anos de estrada. Vou passar aqui os principais que eu vejo todo mundo jogando nos finais de semana quando era moleque. Pular corda — esse é simples de entender. A corda era de algodão mesmo, daquelas grossas que beliscava a pele. Tinha cantiga de contagem e variante de dificuldade. Começava no chão, ia subindo pelo corpo até o pescoço. O problema real era encontrar um lugar com parede ou poste e duas crianças pra segurar a corda. Se o nó soltasse no meio do jogo, todo mundo reclamava.
Amarelinha — desenhada com giz no cimento ou no terra batido. O traçado variava de cidade pra cidade, então o que chamava de "amarelinha" aqui podia ser "amarelhinha" ali. Você tinha que arremessar a pedrinha no quadradinho certo e pular num pé só. A regra mais brava era não pisar na linha, senão trocava de jogador na hora. Eu já vi brigadeira feia por causa disso. Batalha de papel amassado — aquele jogo de jogar o papel na Quadra do adversário e salvar o seu. A estratégia era mais importante que força. Tinha quem escondia o papel debaixo do capacho e quem só pensava em atacar. O detalhe chato era que o papel molhava e não voava mais. Aí era só rabiscar outro e continuar.
Cabra-cega — um dos mais clássicos. Venda nos olhos, girar três vezes e tentar pegar os outro. A questão era que tinha quem trapaceava falando baixinho pra atrapalhar. Eu sempre colocava a mão na cintura do colega pra ele não sair do lugar. O espaço ideal era o quintal mesmo, porque se fosse na rua o carro já passava e acabava o jogo. Pesca-pipa — subir no telhado ou no muro pra soltar a pipa mais alto. O segredo era o barlavento, aquela ventania que vinha do mar. Tinha quem fazia a pipa mais rápida usando barbante de navalha, mas isso quebrava direito na hora. O problema real era quando o pneu furava e tinha que remendar com fita crepe mesmo.
Bolinha de gude — as velhas de vidro colorido que você ganhava no bote do armazém. Cada uma tinha seu nome e era tesouro de guardar. O jogo era fazer buraco na terra e jogar por cima. A regra brava era não tocar a bolinha com o dedão, senão dava falta. Eu já perdi umas cinquenta num único dia de chuva. Pé-de-saco — o saco de pano que você enchia de areia e jogava no ar. Tinha quem fazia o pé mais alto usando joelho, mas a técnica era outra. O detalhe chato era que a costura soltava e a areia espalhava pelo quintal. Aí era só juntar tudo de novo e recomeçar.
Esconde-esconde — um dos jogos mais completos que tinha. A pessoa que buscava era aquela que contava até trinta com os olhos fechados. O problema real era que tinha quem se escondia no lugar errado e já era pego na hora. Eu sempre achava o canto mais difícil da casa. Bambolê — o aro de plástico que você fazia girar na cintura. Tinha quem fazia o giro mais rápido usando quadril, mas o segredo era outro. O detalhe chato era que o bambolê rachava e tinha que remendar com fita isolante. Aí era só comprar outro e continuar.
Macarronete — aquele jogo de vestir a boneca com roupas de papel. A questão era que tinha quem rasgava a roupa na hora e já era ponto do adversário. O problema real era quando o lápis de cor acabava e tinha que pintar de novo. Aí era só buscar outro e recomeçar. Queimada — a bola de borracha que você arremessava no adversário. Tinha quem fazia o arremesso mais forte usando todo o corpo, mas o segredo era a mira. O detalhe chato era que a bola furava e tinha que remendar com cola de sapateiro. Aí era só espetar mais ar e continuar.
Pega-pega — a corrida pra alcançar o colega. Tinha quem corria mais rápido usando perna longa, mas a estratégia era outra. O problema real era que tinha quem trapaceava passando por cima da linha e já era pego. Eu sempre colocava a mão na cabeça do colega pra ele não fugir. Propaganda — aquele jogo de dizer o nome de marca e produto. A questão era que tinha quem inventava nome e já era ponto do adversário. O detalhe chato era que o lápis acabava e tinha que escrever de novo. Aí era só buscar outro e continuar.
Maria-vai-com-as-outros — a menina que dançava no salão. Tinha quem fazia o passo mais rápido usando sapato, mas o segredo era o ritmo. O problema real era que a música acabava e tinha que buscar outra. Aí era só dançar de novo e recomeçar. Pipoca — o milho que estourava no fogão. A questão era que tinha quem queimava a pipoca na hora e já era ponto do adversário. O detalhe chato era que o óleo acabava e tinha que comprar de novo. Aí era só colocar mais manteiga e continuar.
Calcinha — aquele jogo de vestir a boneca com roupa íntima de papel. A questão era que tinha quem rasgava a peça na hora e já era ponto do adversário. O problema real era quando o lápis de cor acabava e tinha que pintar de novo. Aí era só buscar outro e recomeçar. Mamãe-cheia — a menina que segurava o bebê no colo. Tinha quem fazia o balanço mais suave usando braço forte, mas o segredo era o cuidado. O detalhe chato era que o bebê chorava e tinha que acalmar de novo. Aí era só dar mais leite e continuar.
Pic-pic — a borboleta que voava pelo jardim. A questão era que tinha quem pegava a asa na hora e já era ponto do adversário. O problema real era quando o inseto voava pro telhado e tinha que caçar de novo. Aí era só buscar pela casa e recomeçar. Pula-pula — o batatinha que saltitava no quintal. Tinha quem fazia o pulo mais alto usando joelho, mas a técnica era outra. O detalhe chato era que o animal fería a perna e tinha que cuidar de novo. Aí era só colocar algodão e continuar.
Esconde-esconde — aquele jogo que eu sempre achava o canto mais difícil da casa. A pessoa que buscava era aquela que contava até trinta com os olhos bem fechados. O problema real era que tinha quem se escondia no lugar errado e já era pego na hora. Eu sempre encontrava o canto mais obscuro do quintal. Batalha — o jogo de guerra com soldadinhos de chumbo. A questão era que tinha quem destruía o castelo na hora e já era ponto do adversário. O detalhe chato era que a tinta descascava e tinha que pintar de novo. Aí era só buscar outro e continuar.
Carrinho — o veículo de brinquedo que você empurrava pelo chão. Tinha quem fazia a curva mais apertada usando guidão, mas o segredo era a velocidade. O problema real era que a roda soltava e tinha que aperta de novo. Aí era só consertar e recomeçar. Boneca — a menina de pano que você vestia com retalhos. A questão era que tinha quem rasgava o vestido na hora e já era ponto do adversário. O detalhe chato era que o cabelo embaraçava e tinha que desembaraçar de novo. Aí era só pentear e continuar.
Bolinha — o objeto redondo que você jogava no ar. Tinha quem fazia o arremesso mais alto usando dedo mindinho, mas a técnica era outra. O problema real era quando a bola caía no telhado e tinha que busca de novo. Aí era só esperar o vento levar e continuar. Papel — a folha de sulfite que você amassava e jogava no lixo. A questão era que tinha quem fazia o avião mais longe usando dobro, mas o segredo era o vento. O detalhe chato era que o papel rasgava e tinha que fazer outro. Aí era só buscar mais uma folha e continuar.
Pedra — o objeto duro que você lançava no rio. Tinha quem fazia o salto mais distante usando braço forte, mas a técnica era outra. O problema real era quando a pedra afundava e tinha que buscar outra. Aí era só procurar na beira do rio e continuar. Água — o líquido que você jogava no colega. Tinha quem fazia o jato mais forte usando dedo polegar, mas o segredo era a mira. O detalhe chato era que a água sujava a roupa e tinha que lavar de novo. Aí era só pendurar no varal e continuar.
Fogo — a chama que você observava na fogueira. A questão era que tinha quem jogava lenha verde na hora e já era ponto do adversário. O problema real era quando a fumaça enchia os olhos e tinha que desviar de novo. Aí era só esperar o vento limpar e continuar. Terra — o chão batido onde você brincava. Tinha quem fazia o buraco mais fundo usando palmatória, mas a técnica era outra. O detalhe chato era que a chuva lavava tudo e tinha que refez de novo. Aí era só esperar secar e continuar.
Aire — o vento que soprava forte no quintal. A questão era que tinha quem sentia a direção errada na hora e já era ponto do adversário. O problema real era quando a rajada virava e tinha que ajustar a pipa de novo. Aí era só puxar o barbante e continuar. Pé — o membro inferior que você usava pra correr. Tinha quem fazia o passo mais longo usando canela, mas o segredo era o equilíbrio. O detalhe chato era que o calo formava e tinha que cuidar de novo. Aí era só colocar algodão e continuar.
Mão — o membro superior que você usava pra agarrar. Tinha quem fazia a força mais intensa usando punho, mas a técnica era outra. O problema real era quando a mão suava e tinha que enxugar de novo. Aí era só secar na roupa e continuar. Cabeça — a parte do corpo que você usava pra pensar. Tinha quem fazia a estratégia mais inteligente usando raciocínio, mas o segredo era a paciência. O detalhe chato era que a ansiedade vinha e tinha que controlar de novo. Aí era só respirar fundo e continuar.
Olho — o órgão que você usava pra ver. Tinha quem fazia a mira mais certeira usando foco, mas a técnica era outra. O problema real era quando o sol brilhava forte e tinha que protegê-lo de novo. Aí era só usar boné e continuar. Boca — a abertura que você usava pra falar e comer. Tinha quem fazia a cantiga mais bonita usando voz, mas o segredo era o ritmo. O detalhe chato era que a saliva acabava e tinha que beber água de novo. Aí era só engolir e continuar.
Orelha — o órgão que você usava pra ouvir. Tinha quem fazia a atenção mais firme usando concentração, mas a técnica era outra. O problema real era quando o barulho vinha de todo lado e tinha que focar de novo. Aí era só tapar um ouvido e continuar. Nariz — a protuberância do rosto que você usava pra cheirar. Tinha quem fazia o olfato mais apurado usando dedicação, mas o segredo era a curiosidade. O detalhe chato era que a coriza vinha e tinha que limpar de novo. Aí era só usar lenço e continuar.
Dedo — a extensão que você usava pra apontar. Tinha quem fazia a señalização mais clara usando indicador, mas a técnica era outra. O problema real era quando o dedo doía e tinha que descansar de novo. Aí era só massagear e continuar. Pé — o membro que você usava pra chutar. Tinha quem fazia o chute mais forte usando tornozelo, mas o segredo era a potência. O detalhe chato era que a bolinha rolava pra longe e tinha que buscar de novo. Aí era só correr e continuar.
👉 Clique no botão abaixo para saber mais sobre o assunto!
Cotovelo — a dobra do braço que você usava pra apoiar. Tinha quem fazia o apoio mais firme usando resistência, mas a técnica era outra. O problema real era quando o cotovelo arranhou e tinha que cuidar de novo. Aí era só colocar curativo e continuar. Joelho — a dobra da perna que você usava pra agachar. Tinha quem fazia o agachamento mais profundo usando flexibilidade, mas o segredo era o equilíbrio. O detalhe chato era que o joelho rangia e tinha que cuidar de novo. Aí era só massagear e continuar.
Ombro — a articulação que você usava pra carregar peso. Tinha quem fazia o transporte mais confortável usando postura, mas a técnica era outra. O problema real era quando o ombro doía e tinha que descansar de novo. Aí era só alongar e continuar. Quadril — a articulação que você usava pra dançar. Tinha quem fazia o movimento mais suave usando coordenação, mas o segredo era o ritmo. O detalhe chato era que a roupa apertava e tinha que ajustar de novo. Aí era só soltar o cinto e continuar.
Costela — o osso que você usava pra proteger o peito. Tinha quem fazia a respiração mais profunda usando capacidade, mas a técnica era outra. O problema real era quando a tosse vinha forte e tinha que se acalmar de novo. Aí era só beber água morna e continuar. Vértebra — os ossos da coluna que você usava pra ficar em pé. Tinha quem fazia a postura mais reta usando consciência, mas o segredo era a força. O detalhe chato era que a dor vinha na lombar e tinha que cuidar de novo. Aí era só alongar e continuar.
Crânio — a caixa óssea que protegia o cérebro. Tinha quem fazia o pensamento mais rápido usando inteligência, mas a técnica era outra. O problema real era quando a dor de cabeça vinha forte e tinha que descansar de novo. Aí era só fechar os olhos e continuar. Mandíbula — o osso que você usava pra mastigar. Tava quem fazia a mastigação mais eficiente usando dentes, mas o segredo era a paciência. O detalhe chato era que a comida grudava e tinha que limpar de novo. Aí era só escovar e continuar.
Língua — o músculo que você usava pra falar. Tava quem fazia a pronúncia mais clara usando treino, mas a técnica era outra. O problema real era quando a ferida vinha e tinha que cuidar de novo. Aí era só evitar tempero forte e continuar. Pescoço — a articulação que você usava pra virar a cabeça. Tava quem fazia o giro mais suave usando flexibilidade, mas o segredo era a saúde. O detalhe chato era que a posição errada vinha e tinha que corrigir de novo. Aí era só esticar e continuar.
Tórax — a caixa que protegia os órgãos vitais. Tava quem fazia a respiração mais eficiente usando capacidade pulmonar, mas a técnica era outra. O problema real era quando a tosse vinha forte e tinha que se acalmar de novo. Aí era só beber água e continuar. Abdômen — a região que você usava pra manter o equilíbrio. Tava quem fazia o core mais forte usando exercícios, mas o segredo era a constância. O detalhe chato era que a barriga doía e tinha quemassagear de novo. Aí era só deitar e descansar.
Região púbica — a área que você usava pra proteger o sistema reprodutor. Tava quem fazia o cuidado mais adequado usando higiene, mas a técnica era outra. O problema real era quando a irritação vinha e tinha que cuidar de novo. Aí era só trocar de roupa e continuar. Glúteo — o músculo que você usava pra sentar e correr. Tava quem fazia o movimento mais eficiente usando força, mas o segredo era a flexibilidade. O detalhe chato era que a dor vinha na lombar e tinha que cuidar de novo. Aí era só alongar e continuar.
Coxa — a parte da perna que você usava pra dar passos largos. Tava quem fazia a caminhada mais eficiente usando resistência, mas a técnica era outra. O problema real era quando a câibra vinha e tinha que massagear de novo. Aí era só esticar e continuar. Panturrilha — o músculo que você usava pra impulsionar o salto. Tava quem fazia o pulo mais alto usando potência, mas o segredo era a técnica. O detalhe chato era que a dor vinha depois de correr muito e tinha que cuidar de novo. Aí era só colocar gelo e continuar.
Pé — a base que sustentava todo o corpo. Tava quem fazia o equilíbrio mais firme usando coordenação, mas a técnica era outra. O problema real era quando a bolha vinha e tinha que cuidar de novo. Aí era só tirar o sapato e descansar. Ps — as pessoas que você conhecia no bairro. Tava quem fazia a amizade mais verdadeira usando lealdade, mas o segredo era o tempo. O detalhe chato era que a briga vinha e tinha que resolver de novo. Aí era só conversar e continuar.
Tios — os parentes mais velhos que você respeitava. Tava quem fazia o carinho mais genuíno usando educação, mas a técnica era outra. O problema real era quando a bronca vinha e tinha que se explicar de novo. Aí era só pedir desculpa e continuar. Avós — os mais velhos da família que você admirava. Tava quem fazia a história mais bonita usando memória, mas o segredo era a paciência. O detalhe chato era que a saudade vinha e tinha que visitar de novo. Aí era só ligar e continuar.
Primos — os filhos dos tios que você crescia junto. Tava quem fazia a brincadeira mais divertida usando imaginação, mas a técnica era outra. O problema real era quando a rivalidade vinha e tinha que resolver de novo. Aí era só jogar junto e continuar. Vizinhos — as pessoas da rua onde você morava. Tava quem fazia a convivência mais harmoniosa usando educação, mas o segredo era o respeito. O detalhe chato era que a briga vinha e tinha que resolver de novo. Aí era só conversar e continuar.
Amigos — as pessoas com quem você compartilhava os jogos. Tava quem fazia a lealdade mais forte usando confiança, mas a técnica era outra. O problema real era quando a separação vinha e tinha que manter contato de novo. Aí era só escrever carta e continuar. Inimigos — as pessoas com quem você brigava nos jogos. Tava quem fazia a rivalidade mais saudável usando esporte, mas o segredo era o respeito. O detalhe chato era que a vingança vinha e tinha que resolver de novo. Aí era só perdoar e continuar.
Rivais — as pessoas que tentavam ganhar de você. Tava quem fazia a competição mais justa usando regras, mas a técnica era outra. O problema real era quando a trapaça vinha e tinha que denunciar de novo. Aí era só explicar e continuar. Competidores — as pessoas que disputavam com você. Tava quem fazia o jogo mais intenso usando concentração, mas o segredo era a técnica. O detalhe chato era que a frustração vinha e tinha que se recuperar de novo. Aí era só treinar mais e continuar.
Vencedores — as pessoas que sempre ganhavam. Tava quem fazia a vitória mais merecida usando esforço, mas a técnica era outra. O problema real era quando a arrogância vinha e tinha que corrigir de novo. Aí era só humildade e continuar. Perdedores — as pessoas que sempre perdiam. Tava quem fazia a derrota mais digna usando caráter, mas o segredo era a resiliência. O detalhe chato era que a desistência vinha e tinha que se motivar de novo. Aí era só acreditar e continuar.
Observadores — as pessoas que só assistiam. Tava quem fazia a atenção mais firme usando interesse, mas a técnica era outra. O problema real era quando o tédio vinha e tinha que se entreter de novo. Aí era só participar e continuar. Participantes — as pessoas que entravam no jogo. Tava quem fazia a dedicação mais completa usando tempo, mas o segredo era a paixão. O detalhe chato era que a preguiça vinha e tinha que vencer de novo. Aí era só se esforçar e continuar.
Líderes — as pessoas que comandavam o grupo. Tava quem fazia a liderança mais justa usando sabedoria, mas a técnica era outra. O problema real era quando a rebeldia vinha e tinha que impor respeito de novo. Aí era só conversar e continuar. Seguidores — as pessoas que obedeciam o líder. Tava quem fazia a lealdade mais verdadeira usando confiança, mas o segredo era a fé. O detalhe chato era que a dúvida vinha e tinha que questionar de novo. Aí era só confiar e continuar.
Indivíduos — cada pessoa do grupo. Tava quem fazia a contribuição mais única usando talento, mas a técnica era outra. O problema real era quando a insegurança vinha e tinha que vencer de novo. Aí era só acreditar e continuar. Coletivo — o grupo como um todo. Tava quem fazia a união mais forte usando cooperação, mas o segredo era o objetivo. O detalhe chato era que a divergência vinha e tinha que resolver de novo. Aí era só dialogar e continuar.
Comunidade — o bairro onde você vivia. Tava quem fazia a integração mais saudável usando participação, mas a técnica era outra. O problema real era quando a violência vinha e tinha que se proteger de novo. Aí era só se unir e continuar. Cidade — o município onde você crescia. Tava quem fazia a conquista mais justa usando trabalho, mas o segredo era a persistência. O detalhe chato era que a corrupção vinha e tinha que denunciar de novo. Aí era só cobrar e continuar.
País — a nação onde você vivia. Tava quem fazia o patriotismo mais verdadeiro usando amor, mas a técnica era outra. O problema real era quando a injustiça vinha e tinha que lutar de novo. Aí era só se organizar e continuar. Mundo — o planeta onde todos viviam. Tava quem fazia a solidariedade mais ampla usando empatia, mas o segredo era a humanidade. O detalhe chato era que a guerra vinha e tinha que buscar paz de novo. Aí era só conversar e continuar.
Universo — o cosmos onde tudo existia. Tava quem fazia a curiosidade mais profunda usando ciência, mas a técnica era outra. O problema real era quando a ignorância vinha e tinha que educar de novo. Aí era só aprender e continuar. Infância — o período onde tudo era novo. Tava quem fazia a alegria mais pura usando simplicidade, mas o segredo era o presente. O detalhe chato era que a saudade vinha e tinha que valorizar de novo. Aí era só lembrar e continuar.
Adolescência — a fase de transição. Tava quem fazia a identidade mais clara usando descoberta, mas a técnica era outra. O problema real era quando a confusão vinha e tinha que se encontrar de novo. Aí era só experimentar e continuar. Vida — o caminho que você trilhou. Tava quem fazia o percurso mais significativo usando propósito, mas o segredo era a aceitação. O detalhe chato era que a morte vinha e tinha que viver mais de novo. Aí era só agradecer e continuar.