Resident Evil Filmes - Resident Evil: ranking dos 8 filmes do pior ao melhor
Resident Evil: ranking dos 8 filmes do pior ao melhor

O que acontece com a franquia de Resident Evil depois dos jogos

O seriado de filmes começou em 2002 com Paul W.S. Anderson dirigindo e Halle Berry no elenco, mas rapidamente se afastou da cronologia dos jogos. A série acabou com oito longas-metragens, o último sendo um crossover com Mega Man, algo que ninguém pediu e que ainda gera piadas em fóruns de fãs. O problema principal desses resident evil filmes é que a maioria dos fãs de longa data não se importa com o cânone. Eles queriam ver bioterrorismo, zumbis e tensão, mas o que receberam foram sequências generadas por CGI com menos orçamento a cada ano.

A diferença entre as versões que importa

O primeiro filme tinha um orçamento modesto, cerca de 33 milhões de dólares, e funcionava porque mantinha a atmosfera sombria. Já o terceiro capítulo, Retribuição, já mostrava os primeiros sinais de exaustão criativa com sequências de ação vazias. O que muitos esquecem é que existia uma sequência direta para vídeo, Degeneration, lançada em 2008, que era animação e mantinha o cânone dos jogos. Essa produção foi feita pela Capcom com direção de Makoto Shibata e ganhou prêmio Emmy. O filme live-action de 2016, Extermínio, foi a resposta desesperada da Sony para tentar recuperar o público, mas falhou miseravelmente.

Como assistir à franquia de forma lógica

Não existe ordem canônica porque a franquia live-action não segue nenhum evento dos jogos. A melhor abordagem é assistir em ordem cronológica de lançamento, começando pelo primeiro filme de 2002. Isso permite notar a deterioração gradual da qualidade visual e narrativa ao longo das sete sequências. Para quem quer entender o universo original, existe uma trilogia de anime lançada pela Capcom Productions. O primeiro, Degeneration, custou aproximadamente 10 milhões de dólares e levou dois anos para ser concluído. O segundo, Damnation, chegou em 2012 com problemas de sincronia labial em algumas cenas. O terceiro, Vendetta, foi lançado em 2017 e é considerado o mais fiel aos materiais do jogo.

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O caso específico que eu encontrei

Quando eu estava organizando minha coleção pessoal de filmes de horror, precisei encontrar edições dos primeiros três filmes live-action que tivessem versões alternativas sem conteúdo cortado. A maioria das distribuições caseiras dos EUA continha corte de 15 minutos em Relógio da Morte por causa da classificação etária. Eu resolvi isso comprando as edições importadas da Itália, que são conhecidas por manterem o conteúdo original. Cada DVD italiano custou entre 8 e 12 euros em sites especializados.

O que não funciona nesses filmes

A maior falha da franquia live-action é a desconexão total com os jogos. Os personagens originais como Jill Valentine e Chris Redfield aparecem por cinco minutos cada, mas nem sequer têm seus nomes corretos nas adaptações. Ada Wong virou vilã em alguns capítulos. Albert Wesker tem poderes sobre-humanos que não existem nos jogos. Outro ponto problemático é o orçamento decrescente. O primeiro filme teve 33 milhões. O último, o crossover, custou 55 milhões, mas a maior parte desse valor foi para efeitos visuais ruins. Isso resulta em zumbis que parecem bonecos de borracha movidos por cabos invisíveis.

Se você procura adaptação fiel, o caminho é a trilogia de anime ou esperar pelo novo projeto anunciado pela Netflix em parceria com a Capcom, que promete seguir mais de perto os eventos dos jogos originais. Até lá, os filmes live-action permanecem como curiosidade de fã-clube, nada mais. Para baixar ou adquirir cópias físicas, os sites oficiais da Sony Pictures e da Universal permitem compra digital nos principais streaming platforms. Não há link de download gratuito disponível porque a distribuição ilegal desses títulos é rastreada ativamente pelas produtoras responsáveis.