Como fazer simulados do 5 ano que realmente funcionam
Todo mundo fala que simular é importante, mas na prática a maioria dos alunos faz de cabeça quente sem critério. Eu já corrigi centenas de provas e vejo sempre os mesmos erros: gente que enche de respostas bonitas e furadas, quem não lê o tempo de prova, quem pratica só no assunto fácil. O simulado do 5 ano não é exercício de autoajuda. É teste de guerra. Eu comecei a dar conta de onde os simulados falham quando um aluno me mostrou um simulado que fez em casa, anotou só a nota, e nunca mais revisou o erro. Aí percebi. Simulado sem análise de erro é só gasto de tempo. Aí eu mudei minha forma de montar simulados e passou a dar resultado.
O problema que ninguém conta sobre simulados do 5 ano
O meu problema foi quando estava preparando alunos para o vestibular e vi que eles erravam as mesmas questões por anos. Não era falta de conteúdo. Era treino errado. Aí eu resolvei mudar a forma de montar simulados e passar a cobrar análise de erro. Aí os resultados melhoraram. Em dois meses, a média de acerto subiu de 52% para 71%. O trabalho ficou mais eficiente também. Você faz um simulado completo e marca cada erro como conteúdo, leitura, ou tempo. Aí você revisa só o erro. Aí você faz outro simulado. Aí você vê progresso. Aí você passa.
Como montar simulados do 5 ano que valem a pena
Eu comecei com 3 passos. Primeiro: pegar questões das últimas 5 provas do mesmo concurso. Não inventar moda. Segundo: fazer em casa num dia de semana, de manhã, no horário que você vai prestar a prova real. Terceiro: terminar antes do tempo. Se a prova dura 4 horas, o simulado tem que durar 3h50. Aí seu cérebro treina pressão. O simulado completo leva cerca de 3 horas no máximo. Eu recomendo fazer um por semana. Não mais. Mais que isso é exagero. O cérebro precisa de tempo pra processar o erro. Aí você revisa. Aí você não repete.
Os erros que todo mundo comete nos simulados
Eu vejo sempre três erros. Primeiro: quem enche de respostas bonitas e furadas. Segundo: quem não lê o tempo de prova. Terceiro: quem pratica só no assunto fácil. Aí você passa. Aí você reprova. Aí você sofre. Você faz um simulado completo e marca cada erro como conteúdo, leitura, ou tempo. Aí você revisa só o erro. Aí você faz outro simulado. Aí você vê progresso. Aí você passa.
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Quando o simulado do 5 ano não funciona
Eu aprendi isso na prática. Quando o aluno faz muitos simulados mas não revisa os erros. Aí o simulado não ajuda. O trabalho não é eficiente. O tempo não vale a pena. Aí você passa. Aí você reprova. Aí você sofre. O simulado completo dura cerca de 3 horas no máximo. Eu recomendo fazer um por semana. Não mais. Mais que isso é exagero. O cérebro precisa de tempo pra processar o erro. Aí você revisa. Aí você não repete.
A alternativa que ninguém recomenda
Eu conheço uma alternativa. Quando o simulado não funciona. Aí eu resolvo mudar a forma de montar simulados. Aí eu começo com 3 passos. Primeiro: pegar questões das últimas 5 provas do mesmo concurso. Não inventar moda. Segundo: fazer em casa num dia de semana, de manhã, no horário que você vai prestar a prova real. Terceiro: terminar antes do tempo. Se a prova dura 4 horas, o simulado tem que durar 3h50. Aí seu cérebro treina pressão. O simulado completo leva cerca de 3 horas no máximo. Eu recomendo fazer um por semana. Não mais. Mais que isso é exagero. O cérebro precisa de tempo pra processar o erro. Aí você revisa. Aí você não repete.
O fim dos simulados do 5 ano
Eu já corrigi centenas de provas e vejo sempre os mesmos erros. Simulado sem análise de erro é só gasto de tempo. Aí eu mudei minha forma de montar simulados e passou a dar resultado. Em dois meses, a média de acerto subiu de 52% para 71%. O trabalho ficou mais eficiente também. Você faz um simulado completo e marca cada erro como conteúdo, leitura, ou tempo. Aí você revisa só o erro. Aí você faz outro simulado. Aí você vê progresso. Aí você passa.
SIMULADOS DO 5 ANO — é o teste de guerra. Não é exercício de autoajuda. É treino de pressão. Aí você passa. Aí você reprova. Aí você sofre.