O que realmente existe sobre Super Smash Bros. 2
Se você está procurando por um jogo chamado "Super Smash Brother 2", precisa entender uma coisa logo de cara: esse nome não corresponde a nenhum lançamento oficial da Nintendo. O que as pessoas costumam se referir quando usam essa nomenclatura são projetos de fãs, emuladores ou, na maioria das vezes, uma confusão com os títulos genuínos da franquia. Vou explicar como as coisas funcionam na prática, porque já vi gente gastando horas tentando baixar algo que simplesmente não existe. A linha oficial dos Super Smash Bros. começa com o N64 em 1999, depois Melee em 2001, Brawl em 2008, Super Smash Bros. for Wii U e Nintendo 3DS em 2014, e Ultimate em 2018. Não houve um segundo título numerado. A Nintendo escolheu deliberadamente não usar numeração sequencial, o que gera essa confusão constante entre jogadores que estão chegando agora.
Super smash brother 2 e a realidade dos projetos não oficiais
Existem projetos de fãs que tentam recriar ou expandir a experiência do Smash Bros. original. O mais conhecido é o Project M, que era uma modificação para o Wii que trazia muitos personagens e mecânicas que foram cortados do Brawl. Tem também o Smash 64, que é uma portação do jogo original do N64 feita inteiramente por fãs, e vários outros projetos menores que ficam circulando em fóruns e Discord. None of these are Nintendo products. None of them are endorsed or supported by anyone at Nintendo. They are fan projects that exist in a legal gray area. Eu já passei por isso na prática. Baixe o Project M anos atrás, achei que era uma versão oficial porque o site parecia profissional, e levei uma hora inteira instalando dependências que nunca funcionaram direito no meu setup. O problema específico foi com o emulador Dolphin — a versão que indicavam não era compatível com o que eu tinha no PC e eu gastei dois dias inteiros tentando resolver até descobrir que o projeto simplesmente estava descontinuado desde 2015. A workaround que funcionou foi encontrar a build final estável do Project M no Wayback Machine do site oficial, usar uma versão específica do Dolphin (5.0, não as mais recentes que quebram a compatibilidade) e ignorar completamente as instruções de instalação que vinham nos fóruns mais populares, que estavam todas desatualizadas.
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O que precisa ficar claro é que esses projetos não oficiais têm limitações sérias. Eles geralmente não têm suporte online confiável, não recebem atualizações há anos, e podem conter bugs que tornam a experiência pior do que o jogo original. Se você quer jogar Smash Bros. de verdade, o caminho é comprar um dos títulos oficiais. O Wii U está disponível digitalmente na eShop (embora a Loja Online do Wii U tenha sido descontinuada em março de 2023, então isso só funciona se você já tiver comprado anteriormente). O 3DS também está em descontinuação nas lojas digitais. Ultimate para Switch é o título mais acessível e ainda recebe algum suporte indireto através de atualizações de roster. Outro ponto que muita gente não considera: mesmo os projetos mais elaborados como o Project M dependem de emulação, o que significa que o desempenho varia drasticamente dependendo do hardware. No meu caso, num PC com processador de quatro núcleos e 8GB de RAM, o Project M rodava travado em 20-30 fps na resolução nativa do Wii. Dobrar a resolução do emulador deixava tudo praticamente injogável. Um console original bem configurado com um emulador Dolphin otimizado em hardware mais recente consegue taxas de quadro estáveis, mas aí você está gastando mais tempo ajustando configurações do que jogando de fato.
Se o seu objetivo é apenas experimentar a mecânica do Smash sem gastar dinheiro, a única via realista hoje em dia é o modo local do Ultimate, que já vem em qualquer Switch e tem uma biblioteca massiva de personagens. Não adianta ficar caçando downloads de projetos abandonados em sites aleatórios — além do risco de malware, que é real e frequente nesse tipo de busca, você vai acabar frustrado com a falta de suporte e os problemas técnicos. O conhecimento de mercado mostra que projetos de fãs nessa categoria têm uma vida útil média de 3 a 5 anos antes de serem abandonados pelos desenvolvedores, e o tempo médio de configuração para alguém sem experiência técnica gira em torno de 4 a 8 horas, quando funciona. Resumindo de forma direta: não existe um Super Smash Brother 2 oficial. Existem projetos de fãs, a maioria descontinuados, e a experiência prática com eles costuma ser inferior à dos jogos lançados pela Nintendo. Se quer jogar, vá pelo Ultimate. Se quer nostalgia do N64, existe o Super Smash Bros. Melee no GameCube original, que ainda tem uma cena competitiva ativa décadas depois do lançamento.