Tanzania Zanzibar Safari - 8-Day safari in Tanzania and beach vacation in Zanzibar- Africa Adventure
8-Day safari in Tanzania and beach vacation in Zanzibar- Africa Adventure

Planejando uma viagem de tanzania zanzibar safari

A maioria das pessoas chega em Arusha, faz duas reservas de parque e espera que o resto se encaixe. Eu costumava fazer isso também. O problema é que Arusha não é Kilimanjaro, e Kilimanjaro não é Tarangire. Cada reserva de parque exige um procedimento diferente. Cada operador de safari tem regras próprias sobre o que está incluso. E Zanzibar não combina com nada disso, exceto se você agendar a entrada para o final, quando já está cansado demais para aproveitar.

entendendo o tanzania zanzibar safari no terreno

Você precisa enteder que tanzania zanzibar safari não é um produto único que você compra num lugar. É uma sequência de etapas conectadas. Você entra num pacote de safari por terra, depois voa para Unguja, e lida com um sistema de hotéis que funciona de forma completamente diferente do padrão continental. Se tratar tudo como uma única compra, vai pagar duas vezes pela mesma coisa em algum momento do caminho. Os parques principais que a maioria das pessoas visita são Serengeti, Ngorongoro, Tarangire e Lake Manyara. Cada um cobra taxas de entrada separadas. A taxa de Serengeti custa cerca de 72 dólares americanos por pessoa por dia. Ngorongoro cobra uma taxa de cratera de 245 dólares americanos por pessoa, e esse valor não inclui entrada no parque, apenas o acesso à cratera. Tarangire custa 51 dólares americanos por pessoa por dia. Lake Manyara é 59 dólares americanos por pessoa por dia. Você soma isso a uma estadia média de cinco dias e já tem cerca de 2.500 dólares americanos só em taxas de parque, sem contar transporte, guide ou lodges.

A parte mais importante que os guias turísticos não mencionam é a questão dos voos domésticos. Muitos itinerários sugerem fazer tudo de veículo por estrada. Isso é possível, mas demora dois dias inteiros só para chegar a Serengeti partindo de Arusha. O voo privado de Seronera para Ngorongoro leva cerca de quarenta e cinco minutos e corta toda essa viagem de estrada. A desvantagem é que cada trecho voador custa entre 350 e 500 dólares americanos por pessoa, dependendo do operador. Você economiza três dias de estrada, mas gasta essa quantia a mais. Outro ponto que ninguém avisa antes é a estação seca versus estação chuvosa. A temporada de junho a outubro oferece as melhores visualizações de animais porque a vegetação está mais aberta e a água é escassa, concentrando a fauna ao redor dos rios. Mas os preços sobem trinta a quarenta por cento nessa janela. Entre novembro e maio, os preços caem e há menos turistas. O problema é que as estradas ficam instáveis e alguns lodges fecham para manutenção. Eu prefiro viajar entre abril e maio. Os preços são menores e ainda há animais visíveis, especialmente em Serengeti, onde a migração está sempre em movimento.

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Quanto a Zanzibar, a maioria dos viajantes faz o safari primeiro e chega na ilha já exausto. O correto seria fazer Zanzibar primeiro, relaxar por três dias, e então embarcar no safari. O sistema de voos internacionais atende Abeid Amani Karume International Airport (ZNZ) diretamente de Dubai, Istanbul e Addis Ababa. Se você chegar por lá, pode pular Arusha totalmente e seguir direto para o safari a partir de Zanzibar, usando um vooorbital doméstico ou transfer terrestre. A economia de tempo aqui é real. Perde-se um dia de deslocamento desnecessário se fizer o caminho convencional Arusha primeiro. Os Lodge e camps de Safari têm políticas próprias. Alguns cobram taxa de serviço de dezesseis por cento no check-in. Outros incluem café da manhã mas não incluem bebidas alcoólicas no pacote. Eu já tive experiência com um camp em Serengeti que não informava sobre a taxa de serviço até o final da estadia. O operador incluiu a taxa silenciosamente na fatura final. A resolução foi simples: eu questionei por e-mail antes do check-out e consegui que removessem metade do valor porque não estava destacado no orçamento original. Sempre peça item por item antes de confirmar qualquer reserva.

Os 4x4 Land Cruiser usados nos safaris vêm geralmente com teto solar retrátil e caçamba traseira. O motorista-guide fica na frente, e você senta na parte aberta. Isso é confortável em Serengeti, mas em Tarangire as árvores de baobab criam sombra irregular e o ângulo do sol varia muito durante o dia. Leve filtros polarizadores para a câmera se for fotografar, e proteja os equipamentos com capas antiderrapantes, porque os bairros de areia entram facilmente nos veículos durante as trilhas secundárias. Resumindo o fluxo prático. Você chega em Arusha, faz o check-in no lodge, inicia o safari no dia seguinte com saída às seis da manhã. A primeira parada é Lake Manyara, seguida por Tarangire no mesmo dia. No terceiro dia, segue para Serengeti. O quarto dia fica dentro de Serengeti. O quinto dia retorna para Ngorongoro Crater overnight. No sexto dia, voa para Zanzibar e passa os três dias seguintes na ilha. Esse é o itinerário padrão que a maioria dos operadores oferece, mas não é rígido. Você pode inverter Zanzibar para o início, adicionar um dia extra em Serengeti, ou pular Ngorongoro e usar esse tempo para explorar Selous Game Reserve, que é menos movimentado mas igualmente rico em biodiversidade.

Uma última observação importante. As agências online que vendem pacotes completos muitas vezes não incluem as gorjetas nos guides. A regra não oficial é dar entre quinze e vinte dólares americanos por dia para o motorista-guide e cinco a dez dólares para o cozinheiro, se houver camp staff. Se você não planejar isso com antecedência, acaba pagando mais no local do que o esperado. Anote esses valores antes de embarcar e leve dinheiro em dólar americano em notas pequenas, porque os guides não costumam ter troco para notas grandes.