O básico que quase ninguém explica direito
A combinação mais comum para capturar a tela inteira no Windows é a tecla Windows + Print Screen. Pressiona os dois ao mesmo tempo e o monitor pisca rapidinho por meio segundo. O print vai direto para a pasta Imagens > Capturas de Tela. Se você não vê o piscar, talvez o Print Screen esteja configurado para copiar só para a área de transferência, aí o arquivo não é salvo automaticamente. No teclado ABNT2, a tecla pra isso fica no canto superior direito, perto do Backspace. Alguns fabricantes chamam de "PrtSc", "PrtScn" ou "Print Scrn". Se o seu teclado é americano e menor, pode ser só "PrtSc". Funciona da mesma forma.
tecla para tirar print: os atalhos que realmente funcionam
Se você quer só copiar o que está na tela sem salvar arquivo, usa só a tecla Print Screen. Isso coloca a imagem na área de transferência. Aí você cola no Paint, Word, ou qualquer programa com Ctrl+V. É o jeito mais rápido quando precisa de algo imediato. Para capturar só uma janela específica, usa Alt + Print Screen. Captura a janela ativa, sem a barra de tarefas ou o fundo. Útil quando você quer printar só o erro que apareceu num formulário, por exemplo.
O Windows 10 e 11 trouxeram a Ferramenta de Recorte com Windows + Shift + S. Isso abre uma régua na tela e você escolhe entre retângulo, forma livre, janela ou tela inteira. O print vai pra área de transferência e ainda aparece uma notificação no canto onde você pode editar antes de salvar. Eu uso esse diariamente pra capturar trechos específicos, porque tentar recortar depois com o Paint é muito mais trabalho. No macOS a coisa muda. Command + Shift + 3 tira print da tela inteira. Command + Shift + 4 transforma o cursor num alvo e você seleciona a área. Command + Shift + 5 abre um menu completo com opções de gravação de tela também. Tecla para tirar print no Mac não existe isoladamente, a Apple removedou essa tecla dos teclados novos.
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Eu tive um problema específico há uns meses num computador de cliente que tinha um notebook Dell com teclado ABNT2. O Print Screen estava mapeado como função secundária, então precisava segurar Fn + Print Screen junto pra funcionar. O Windows não mostrava nenhum alerta de que a tecla estava desativada. Fiquei dois dias achando que o hardware estava defeituoso até descobrir que era configuração do Fn Lock no BIOS. Se o seu Print Screen não responde de jeito nenhum, verifica primeiro se não é um case desse tipo. Outra questão que as pessoas geralmente não consideram é que o Print Screen captura exatamente o que está na tela, Including janelas flutuantes, notificações e cursor do mouse. Se você táprintando uma tela de login ou algum dado sensível, qualquer coisa que esteja visível vai pro arquivo. Já vi gente enviar prints de telas com senhas expostas porque não pensou nisso antes.
Também tem o caso dos monitores com taxa de atualização alta. Em telas de 144Hz ou mais, às vezes o print captura frames intermediários que geram um leve borrão em objetos em movimento. Não é um bug, é só como o sistema captura o frame no momento exato da pressão da tecla. Se você precisa de uma imagem nítida de algo em movimento, melhor usar uma ferramenta de captura de tela dedicada que permite sync com o refresh rate. Para Linux, a maioria das distribuições usa Print Screen sozinho pra capturar a tela inteira, Shift + Print Screen pra selecionar área, e Alt + Print Screen pra capturar apenas a janela ativa. Algumas distros vêm com o Flameshot ou o Shutter instalados por padrão, que dão mais opções de edição pós-captura. Se a sua não vier com nada, instala o Flameshot que é leve e funciona bem.
O limitação mais chata do Print Screen nativo do Windows é que não dá pra configurar atalho personalizado sem programinha de terceiros. Se você precisa de um atalho diferente, tem que usar AutoHotkey ou algo similar. Eu uso um script simples de AutoHotkey que mapeia Win+Print Screen pra abrir a Ferramenta de Recorte direto, porque o padrão do Windows às vezes demora mais pra abrir do que fazer o print direto e recortar depois. Se o seu objetivo é capturar algo que não aparece na tela comum, como conteúdo rodando em GPU pura ou tela cheia de jogos sem overlay, o Print Screen nativo pode não capturar nada ou capturar preto. Nesses casos, o ideal é usar o Xbox Game Bar (Win+G) ou o OBS Studio, que captalam a saída de vídeo diretamente.
Um detalhe prático que muita gente esquece: se você tá usando vários monitores, o Print Screen captura todos eles juntos. Às vezes isso é bom, às vezes é um saco ter que recortar depois. No Windows 10+ dá pra configurar pra capturar só o monitor ativo nas configurações de acessibilidade, mas nem todo mundo sabe que essa opção existe. A qualidade do print depende da resolução do monitor e da escala do Windows. Se você tá com 150% de escala, o print sai naquela resolução ampliada. Pode parecer bom na tela, mas se for imprimir ou usar em documento com dimensões fixas, pode ficar pixelado. O correto é verificar a escala antes de capturar se a qualidade de resolução for importante pro seu uso.